"Quando se está lá fora e se olha para a infinitude do espaço e se testemunha como nossa Terra é pequena acredita-se que devem haver outras Terras, outras civilizações." - Eugene Cernan – astronauta da Apollo17
"Já fui questionado diversas vezes sobre o tema, e quero dizer que em cinco meses no espaço observei vários UFOs." – Jerry Linenger, astronauta da NASA que permaneceu 5 meses na ISS.
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UFOLOGIA
Ufologia (português brasileiro) ou Ovnilogia (português europeu) é o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados, ou OVNI. A Palavra Ufologia deriva da sigla em inglês UFO para OVNI e da palavra grega logos que quer dizer estudo.Devido às dificuldades de obtenção de dados confiáveis e de fácil acesso para pesquisadores, não constitui uma pesquisa de reconhecido caráter científico, constituindo-se num ramo do conhecimento no qual supostamente há o exercício de vários ramos científicos para contribuição à ufologia. Todavia, nenhum estudo científico feito por pesquisadores qualificados mostrou um resultado que não fosse uma explicação mundana, embora haja uma minoria dos casos dos quais não foram explicados ou não houve uma explicação plausível, devido ao caráter anômalo e a dificuldade de se encaixar ao reducionismo metodológico.
Em sua fase moderna, a Ufologia foi inaugurada em 24 de junho de 1947 com o registo visual do piloto particular Kenneth Arnold em Washington, EUA. Arnold descreveu o movimento dos objetos como os de "um disco lançado sobre a água", descrição que foi erroneamente tomada como referência ao formato dos objetos, dando origem ao termo disco voador.
Em sua fase moderna, a Ufologia foi inaugurada em 24 de junho de 1947 com o registo visual do piloto particular Kenneth Arnold em Washington, EUA. Arnold descreveu o movimento dos objetos como os de "um disco lançado sobre a água", descrição que foi erroneamente tomada como referência ao formato dos objetos, dando origem ao termo disco voador.
Hipóteses ufológicas.
Para interpretar os mais diversos fenômenos relacionados à ufologia, uma listagem de teorias mais comumentemente aceitas entre ufólogos foram estabelecidas. Nelas existem diferentes correntes de pensamento, desde as de caráter cético, julgando todo o fenômeno como má-interpretação ou fraude, até as de carácter místicos.
Hipóteses envolvendo a existência objetiva de OVNIEstas hipóteses especulam que o fenômeno derive em todo ou em parte de um fenômeno particular, ao invés da mente do observador.
A hipótese extraterrestre. A hipótese extraterrestre (HET) teoriza que alguns avistamentos de OVNI são espaçonaves alienígenas.
A hipótese de aeronaves humanas avançadas. Esta é a teoria de que todos ou ao menos alguns avistamentos de OVNI são aeronaves experimentais, avançadas ou secretas de origem terrestre.
Há uma teoria, de que grupos secretos desenvolvendo estas aeronaves nos EUA têm encorajado a ufologia a seguir a ideia de "naves extraterrestres" para desviar a atenção de suas atividades.
A hipótese interdimensional (ou hipótese "ultraterrestre") A Hipótese Interdimensional tem dois significados aqui. Ver Hipótese interdimensional.
Para interpretar os mais diversos fenômenos relacionados à ufologia, uma listagem de teorias mais comumentemente aceitas entre ufólogos foram estabelecidas. Nelas existem diferentes correntes de pensamento, desde as de caráter cético, julgando todo o fenômeno como má-interpretação ou fraude, até as de carácter místicos.
Hipóteses envolvendo a existência objetiva de OVNIEstas hipóteses especulam que o fenômeno derive em todo ou em parte de um fenômeno particular, ao invés da mente do observador.
A hipótese extraterrestre. A hipótese extraterrestre (HET) teoriza que alguns avistamentos de OVNI são espaçonaves alienígenas.
A hipótese de aeronaves humanas avançadas. Esta é a teoria de que todos ou ao menos alguns avistamentos de OVNI são aeronaves experimentais, avançadas ou secretas de origem terrestre.
Há uma teoria, de que grupos secretos desenvolvendo estas aeronaves nos EUA têm encorajado a ufologia a seguir a ideia de "naves extraterrestres" para desviar a atenção de suas atividades.
A hipótese interdimensional (ou hipótese "ultraterrestre") A Hipótese Interdimensional tem dois significados aqui. Ver Hipótese interdimensional.
De que alguns avistamentos OVNI são espaçonaves alienígenas que vieram de um dimensão paralela ou algo similar, ou são aeronaves humanas vindas do futuro.
A teoria, relacionada com a Hipótese Psicossocial, de que manifestações angélicas, demoníacas e outras manifestações sobrenaturais ao longo dos séculos foi causada por alienígenas tentando controlar a humanidade, de que alguns OVNI são parte desse processo.
OVNI como ilusões ou engano. A hipótese de explicação naturalEsta é a teoria de que a maior parte dos avistamentos de OVNI são devidos a fenômenos naturais mal percebidos como relâmpagos globulares ou ilusões óticas. Veja OVNI ou às vezes aviões.
Hipótese Psicossocial. Esta é a teoria de que alguns avistamentos OVNI são alucinações, sugestões hipnóticas ou fantasias e são causadas pelo mesmo mecanismo que muitas experiências ocultas, paranormais, sobrenaturais ou religiosas (comparar com supostos avistamentos da Virgem Maria. Ver a entrada Hipótese Psicossocial.
O comportamento destas fantasias pode ser influenciado pelo ambiente em que a suposta testemunha foi criada: contos de fadas ou religião, ficção científica, etc: por exemplo, uma suposta testemunha pode ver fadas enquanto outra achará ver Greys.
Hipóteses ufológicas. Para interpretar os mais diversos fenômenos relacionados à ufologia, uma listagem de teorias mais comumentemente aceitas entre ufólogos foram estabelecidas. Nelas existem diferentes correntes de pensamento, desde as de caráter cético, julgando todo o fenômeno como má-interpretação ou fraude, até as de carácter místicos.
Hipóteses envolvendo a existência objetiva de OVNIEstas hipóteses especulam que o fenômeno derive em todo ou em parte de um fenômeno particular, ao invés da mente do observador.
A hipótese extraterrestre. A hipótese extraterrestre (HET) teoriza que alguns avistamentos de OVNI são espaçonaves alienígenas.
A hipótese de aeronaves humanas avançadas. Esta é a teoria de que todos ou ao menos alguns avistamentos de OVNI são aeronaves experimentais, avançadas ou secretas de origem terrestre.
Há uma teoria, de que grupos secretos desenvolvendo estas aeronaves nos EUA têm encorajado a ufologia a seguir a ideia de "naves extraterrestres" para desviar a atenção de suas atividades.
A hipótese interdimensional (ou hipótese "ultraterrestre")A Hipótese Interdimensional tem dois significados aqui. Ver Hipótese interdimensional.
De que alguns avistamentos OVNI são espaçonaves alienígenas que vieram de um dimensão paralela ou algo similar, ou são aeronaves humanas vindas do futuro.
A teoria, relacionada com a Hipótese Psicossocial, de que manifestações angélicas, demoníacas e outras manifestações sobrenaturais ao longo dos séculos foi causada por alienígenas tentando controlar a humanidade, de que alguns OVNI são parte desse processo.
OVNI como ilusões ou enganos. A hipótese de explicação natural. Esta é a teoria de que a maior parte dos avistamentos de OVNI são devidos a fenômenos naturais mal percebidos como relâmpagos globulares ou ilusões óticas. Veja OVNI ou às vezes aviões.
Hipótese Psicossocial. Esta é a teoria de que alguns avistamentos OVNI são alucinações, sugestões hipnóticas ou fantasias e são causadas pelo mesmo mecanismo que muitas experiências ocultas, paranormais, sobrenaturais ou religiosas (comparar com supostos avistamentos da Virgem Maria. Ver a entrada Hipótese Psicossocial.)
O comportamento destas fantasias pode ser influenciado pelo ambiente em que a suposta testemunha foi criada: contos de fadas ou religião, ficção científica, etc: por exemplo, uma suposta testemunha pode ver fadas enquanto outra achará ver Greys.
Fraudes: Várias das supostas evidências de OVNI são, na verdade, fraudes.
FONTE: Wikipédia- Imagens: internet
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Objetos Voadores Não Identificados
HÁ CADA VEZ MAIS INDÍCIOS CIENTÍFICOS DE QUE A APARIÇÃO DA VIDA NO UNIVERSO É QUASE UM LUGAR COMUM
PRESENÇA DE ÁGUA EM PLANETAS VIZINHOS E NO ESPAÇO SIDERAL; DESCOBERTA DE NOVOS SISTEMAS PLANETÁRIOS; MOLÉCULAS ORGÂNICAS A PULULAR EM TODA A PARTE. TUDO LEVA A CRER QUE A VIDA, LONGE DE SER UM PRIVILÉGIO RARO DA TERRA, É FENÔMENO CORRIQUEIRO PELO UNIVERSO AFORA
PARA NÓS, A MÃE TERRA É UM IMENSO E BELO GLOBO A GIRAR NO ESPAÇO AO REDOR DO SOL, ACOMPANHADO POR OUTROS GLOBOS A QUE CHAMAMOS PLANETAS. MAS, PARA A ASTRONOMIA E A EXOBIOLOGIA, TODO O SISTEMA SOLAR NÃO É MAIS QUE UM GRÃO DE POEIRA A GIRAR AO REDOR DO CENTRO DA GALÁXIA, ACOMPANHADO POR 100 BILHÕES DE OUTRAS ESTRELAS ! TODAS ESSAS ESTRELAS NÃO SÃO TÃO HOSPITALEIRAS QUANTO O SOL, PORÉM, SEGUNDO OS ÚLTIMOS CÁLCULOS, PELO MENOS UMA EM CADA DEZ ESTRELAS SE PARECE COM ELE, E UMA DENTRE CADA CEM TERIA PLANETAS AO REDOR. PORTANTO, EXISTEM SEGURAMENTE MAIS PLANETAS NA VIA LÁCTEA DO QUE SERES HUMANOS NA FACE DA TERRA...
O UNIVERSO, NO ENTANTO, É AINDA MUITO MAIOR DO QUE NOSSA GALÁXIA, CUJA SITUAÇÃO É ANÁLOGA À DO SOL: TAMBÉM ELA É UM GRÃO DE POEIRA A VAGAR ENTRE 100 BILHÕES DE OUTRAS GALÁXIAS. BASTA SOMAR E MULTIPLICAR: NO UNIVERSO, A TERRA DEVE POSSUIR PELO MENOS MIL BILHÕES DE BILHÕES DE PLANETAS IRMÃOS...
"APENAS EM NOSSA GALÁXIA PODERIAM EXISTIR ENTRE DEZ MIL E UM MILHÃO DE CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES ! "
SE EXISTEM INTELIGÊNCIAS EXTRATERRESTRES, ELAS QUASE CERTAMENTE ESTÃO MUITO DISTANTES DE NÓS. MESMO SE DEZENAS DE MILHARES DE CIVILIZAÇÕES INTELIGENTES E TECNOLÓGICAS ESTIVEREM ESPALHADAS EM NOSSA GALÁXIA, A MAIS PRÓXIMA DEVERÁ ESTAR A MILHARES DE ANOS-LUZ DO SISTEMA SOLAR. É DIFÍCIL ESTABELECER UM DIÁLOGO NESSAS CONDIÇÕES, VISTO QUE, ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO, NADA VIAJA MAIS RÁPIDO DO QUE A LUZ.
O PROBLEMA DA DISTÂNCIA É PRINCIPAL RAZÃO DE UMA COISA APARENTEMENTE CONTRADITÓRIA: EMBORA CONVENCIDOS DE QUE A VIDA EXTRATERRESTRE É UMA REALIDADE, OS "EXOBIOLOGISTAS" TÊM POUCO OU NENHUM INTERESSE PELA QUESTÃO DOS ÓVNIS. PARA A MAIOR PARTE DELES, OS OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS SÃO REAIS, EXISTEM MESMO. MAS, FORA O FATO DE QUE SUA EXISTÊNCIA NÃO PODE SER NEGADA, NADA SE SABE CIENTIFICAMENTE A RESPEITO DELES. NÃO SE SABE O QUE SÃO, DE ONDE VÊM, PARA ONDE VÃO, COMO FUNCIONAM, SE SUAS APARIÇÕES POSSUEM ALGUM PROPÓSITO, SE CONSTITUEM FENÔMENOS NATURAIS OU ARTIFICIAIS, NADA. E COMO A CIÊNCIA, POR ENQUANTO, NÃO É CAPAZ DE CONCEBER NENHUM TIPO DE VEÍCULO FÍSICO CAPAZ DE PERCORRER AS IMENSAS DISTÂNCIAS INTERESTELARES, PREFERE-SE DESCARTAR A POSSIBILIDADE DE QUE OS OVINs TENHAM ORIGEM EXTRATERRESTRE.
( Por Luis Pellegrini - Evidências de vida fora da terra )
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UFOs e ETs
Dave Hunt
Tradução e adaptação do capítulo 18 do livro
"Occult Invasion"
(1998)
Se o homem é o produto de forças evolucionárias universais, então, teoricamente, poderia existir vida inteligente em numerosos outros planetas através do cosmos. Se a vida começou na Terra acidentalmente, ela também poderia ter começado em qualquer outro lugar da mesma forma. Uma recente carta ao editor da revista Time disse: "O senso comum e a matemática ditam que, em um universo de trilhões de sistemas solares, as condições para a vida ocorrer são raras, e, ainda assim, ela poderia ocorrer milhões de vezes. Se a vida ocorreu aqui, nós podemos estar certos de que ela aconteceu em qualquer outro lugar". Entretanto, a matemática prova exatamente o contrário, ou seja, que a vida não poderia aparecer acidentalmente aqui ou em qualquer outra parte.
A Evolução teve um papel central na religião dos membros da seita "Portão do Céu". Estas pessoas inteligentes e talentosas estavam convictas de que o suicídio poderia permitir-lhes reencarnarem em novos corpos, em um nível evolucionário mais elevado. Se esta teoria for verdadeira, formas de vida superior devem existir em qualquer outro lugar. A Evolução poderia estar em progresso em alguns outros planetas , 10 milhões de anos à frente do que na terra.
Robert Jastrow (antigo diretor do Instituto Goddar para Estudos Espaciais) sugere que algumas inteligências extraterrenas (ETIs) poderiam ter evoluído muito em relação ao homem, do mesmo modo como o homem evoluiu em relação a um verme. Para nós, os seus poderes incríveis poderiam fazê-los parecer deuses, compelindo-nos a cair aos seus pés e adorá-los. Se, ou quando, eles nos encontrarem aqui na terra, seriam amigáveis? Esta pergunta deixa os evolucionistas terrificados.
O Presidente Reagan sugeriu que um ataque direto de forças alienígenas poderia unir os habitantes da terra para obterem proteção mútua. Obviamente, quaisquer seres capazes de viajar vastas distâncias até a Terra devem estar muito além da nossa capacidade, de modo que não poderíamos nos defender. Assim, o filme "Independence Day", o qual mostrou as forças terrestres ganhando a batalha, foi ridículo.
Poderíamos levar, numa nave espacial, cerca de 90.000 anos para chegar às estrelas mais próximas da terra! Nossa galáxia está há cerca de 100.000 anos luz das estrelas, estando a galáxia mais próxima há pelo menos 1.5 bilhão de anos luz além daquilo. Para penetrar em apenas 1% da nossa galáxia, a Pioneer ou a Voyager levariam 2 milhões de anos! Jacques Vallee diz que "o espaço-tempo poderiam ser dobrados para permitir viagens quase instantâneas de um ponto a outro no nosso universo". Isto é apenas uma teoria não provada, e, certamente, além das capacidades humanas. ETIs que alcançam a Terra por qualquer meio estariam tão a nossa frente que eles poderiam fazê-lo quando bem desejassem.
Uma conferência internacional, "Quando as Culturas Cósmicas se Encontram", foi realizada em Washington no ano de 1995, de 27 a 29 de maio. O tema principal foi como lidar com o esperado contato com ETIs. Este autor [Dave Hunt] foi o único palestrante a apontar o absurdo de se pensar que poderia haver alguma coisa a se dizer, caso um evento desse tipo ocorresse. Nós não teríamos defesa contra as armas dessas criaturas, nenhuma base para negociação e nenhuma razão para esperar por misericórdia, mas muitas razões para temer.
Por que tais seres "altamente evoluídos" deveriam agir misericordiosamente conosco, meros "vermes", de qualquer jeito diferente do que para os seus próprios interesses? Não existe evidência de que a Evolução produz gentileza, mesmo nas suas mais evoluídas formas, mas exatamente o contrário. As espécies não sobrevivem tempo o bastante e alcançam um status divinizado lidando amigavelmente e compassivamente com os outros. Eles seriam ainda mais egoístas do que nós somos. Eles poderiam até manter alguns de nós como animais de estimação ou escravos, porém os seus robôs seriam mais eficientes e mais baratos para se manter do que os humanos. Assim, a maioria dos habitantes da Terra seria destruída.
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Caso Roswell
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Caso Roswell, ou Incidente em Roswell (em inglês: The Roswell UFO Incident ) diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell (Novo México, EUA), onde um OVNI teria caído.
Índice
O incidente
No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos) o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador: RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete.
A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentia a história: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão
meteorológico.
Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William "Mac" Brazel, que deu uma entrevista ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 14 de junho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon de 8 anos, deparou-se a cerca de 12 quilômetros do rancho em que vivia com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a sua mulher e a sua filha Bessie de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3.000 dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes.
Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de ufos nas semanas seguintes (hoje acredita-se que o que Arnold viu foram na verdade pássaros migrando).
Em 7 de julho de 1947 Brazel dirigiu-se até delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Jesse Marcel, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.
Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.
Os mitos de Roswell
A história do disco acidentado jazia esquecida até 1978, quando o físico nuclear Stanton Terry Friedman ouviu falar de Jesse Marcel, sobre quem pairavam rumores de já ter tocado um disco voador. Friedman o procurou. Inicialmente as informações de Marcel eram escassas demais para serem de alguma utilidade a Friedman, mas aos poucos ele e outros pesquisadores foram obtendo mais informações e descobrindo outras testemunhas. Enquanto isso, Friedman conseguiu que uma entrevista com Marcel fosse publicada no tablóide National Enquirer, onde Marcel afirmava que nunca tinha visto nada como o material encontrado em Roswell, que acreditava ser de origem extraterrestre. Assim o assunto Roswell voltou às manchetes e Marcel virou uma celebridade no mundo da ovniologia.
Baseando-se em relatos de diversas testemunhas descobertas a partir da volta do Caso Roswell às manchetes, pesquisadores publicaram os primeiros livros defendendo a tese de que os destroços de 1947 eram de uma nave alienígena. São exemplos The Roswell Incident (1980), de Charles Berlitz e William Moore; UFO crash at Roswell (1991) e The truth about the UFO crash at Roswell (1994), de Kevin Randle e Donald Schmitt e Crash at Corona, de Don Berliner e Stanton Terry Friedman (1997).
Ainda que divergissem alguns detalhes, as teorias apresentadas nesses livros seguiam a mesma lógica básica. Os destroços encontrados em Roswell seriam de uma nave alienígena que, por algum motivo desconhecido, teria se acidentado. Ao identificarem os destroços, os militares americanos teriam iniciado uma campanha de desinformação para acobertar a verdadeira origem do material, apresentando a versão oficial de que seriam restos de um balão meteorológico. O material teria sido na verdade encaminhado para análise em instalações secretas de pesquisa e escondido do público.
Variações encontradas nas teorias incluem os locais onde teriam sido encontrados destroços, o número de naves que teriam se acidentado, a quantidade de destroços encontrados, a existência ou não de corpos de alienígenas e seu número, bem como a descrição dos materiais.
Stanton Friedman publicou mais tarde, no livro Top Secret/Majic, o que seriam evidências documentais da existência de um grupo governamental clandestino dedicado exclusivamente a acobertar o incidente de Roswell. Este grupo, constituído por doze pessoas e chamado de “Majestic 12”, coordenaria todos os estudos secretos sobre os destroços e os corpos de alienígenas recuperados. Infelizmente para Friedman, investigações do FBI e uma análise independente de Joe Nickell, proeminente investigador cético de fenômenos paranormais, provaram que os documentos são completamente falsos. Uma das maiores evidências disso é que foi encontrada uma carta original do Presidente Harry Truman, de 1 de outubro de 1947, cuja assinatura foi fotocopiada e reproduzida pelo(s) falsário(s) nos documentos MJ-12.
Os documentos oficiais
Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.
Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados, em especial o professor Charles B. Moore, que era o engenheiro-chefe do projeto. Inicialmente baseados na Universidade de Nova Iorque, os pesquisadores se mudaram para a base de Alamogordo, Novo México, de onde os balões eram lançados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões ia um alvo de radar - uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel alumínio - utilizada para rastrear os balões após o lançamento.
A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.
De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27 km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.
Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).
Atualmente, bonecos de teste são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.
Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.
Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metalica de textura muito fina.
Encerramento do caso
Toda a discussão sobre o que aconteceu em Roswell gira em torno de informações obtidas de testemunhas. Estas testemunhas guardaram suas histórias por décadas, só aparecendo após o assunto receber destaque na imprensa e, em alguns casos, apenas repassavam relatos ouvidos de terceiros. O longo espaço de tempo entre o incidente e os relatos inevitavelmente, diminuiu a sua exatidão e algumas testemunhas, como os filhos de Mac Brazel e do Major Jesse Marcel, eram crianças na época. Como todos os depoimentos e contradições foram explicados, o caso pode ser considerado finalmente encerrado.
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Caso Roswell, ou Incidente em Roswell (em inglês: The Roswell UFO Incident ) diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell (Novo México, EUA), onde um OVNI teria caído.
Índice
O incidente
No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos) o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador: RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete.
A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentia a história: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão
meteorológico.
Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William "Mac" Brazel, que deu uma entrevista ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 14 de junho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon de 8 anos, deparou-se a cerca de 12 quilômetros do rancho em que vivia com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a sua mulher e a sua filha Bessie de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3.000 dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes.
Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de ufos nas semanas seguintes (hoje acredita-se que o que Arnold viu foram na verdade pássaros migrando).
Em 7 de julho de 1947 Brazel dirigiu-se até delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Jesse Marcel, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.
Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.
Os mitos de Roswell
A história do disco acidentado jazia esquecida até 1978, quando o físico nuclear Stanton Terry Friedman ouviu falar de Jesse Marcel, sobre quem pairavam rumores de já ter tocado um disco voador. Friedman o procurou. Inicialmente as informações de Marcel eram escassas demais para serem de alguma utilidade a Friedman, mas aos poucos ele e outros pesquisadores foram obtendo mais informações e descobrindo outras testemunhas. Enquanto isso, Friedman conseguiu que uma entrevista com Marcel fosse publicada no tablóide National Enquirer, onde Marcel afirmava que nunca tinha visto nada como o material encontrado em Roswell, que acreditava ser de origem extraterrestre. Assim o assunto Roswell voltou às manchetes e Marcel virou uma celebridade no mundo da ovniologia.
Baseando-se em relatos de diversas testemunhas descobertas a partir da volta do Caso Roswell às manchetes, pesquisadores publicaram os primeiros livros defendendo a tese de que os destroços de 1947 eram de uma nave alienígena. São exemplos The Roswell Incident (1980), de Charles Berlitz e William Moore; UFO crash at Roswell (1991) e The truth about the UFO crash at Roswell (1994), de Kevin Randle e Donald Schmitt e Crash at Corona, de Don Berliner e Stanton Terry Friedman (1997).
Ainda que divergissem alguns detalhes, as teorias apresentadas nesses livros seguiam a mesma lógica básica. Os destroços encontrados em Roswell seriam de uma nave alienígena que, por algum motivo desconhecido, teria se acidentado. Ao identificarem os destroços, os militares americanos teriam iniciado uma campanha de desinformação para acobertar a verdadeira origem do material, apresentando a versão oficial de que seriam restos de um balão meteorológico. O material teria sido na verdade encaminhado para análise em instalações secretas de pesquisa e escondido do público.
Variações encontradas nas teorias incluem os locais onde teriam sido encontrados destroços, o número de naves que teriam se acidentado, a quantidade de destroços encontrados, a existência ou não de corpos de alienígenas e seu número, bem como a descrição dos materiais.
Stanton Friedman publicou mais tarde, no livro Top Secret/Majic, o que seriam evidências documentais da existência de um grupo governamental clandestino dedicado exclusivamente a acobertar o incidente de Roswell. Este grupo, constituído por doze pessoas e chamado de “Majestic 12”, coordenaria todos os estudos secretos sobre os destroços e os corpos de alienígenas recuperados. Infelizmente para Friedman, investigações do FBI e uma análise independente de Joe Nickell, proeminente investigador cético de fenômenos paranormais, provaram que os documentos são completamente falsos. Uma das maiores evidências disso é que foi encontrada uma carta original do Presidente Harry Truman, de 1 de outubro de 1947, cuja assinatura foi fotocopiada e reproduzida pelo(s) falsário(s) nos documentos MJ-12.
Os documentos oficiais
Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.
Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados, em especial o professor Charles B. Moore, que era o engenheiro-chefe do projeto. Inicialmente baseados na Universidade de Nova Iorque, os pesquisadores se mudaram para a base de Alamogordo, Novo México, de onde os balões eram lançados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões ia um alvo de radar - uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel alumínio - utilizada para rastrear os balões após o lançamento.
A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.
De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27 km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.
Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).
Atualmente, bonecos de teste são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.
Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.
Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metalica de textura muito fina.
Encerramento do caso
Toda a discussão sobre o que aconteceu em Roswell gira em torno de informações obtidas de testemunhas. Estas testemunhas guardaram suas histórias por décadas, só aparecendo após o assunto receber destaque na imprensa e, em alguns casos, apenas repassavam relatos ouvidos de terceiros. O longo espaço de tempo entre o incidente e os relatos inevitavelmente, diminuiu a sua exatidão e algumas testemunhas, como os filhos de Mac Brazel e do Major Jesse Marcel, eram crianças na época. Como todos os depoimentos e contradições foram explicados, o caso pode ser considerado finalmente encerrado.
AREA 51
FOTO DO UFO DA NASA
ÁREA 51 (OU GROOM LAKE) DE VOLTA NO FINAL DE 1980 EM UM PROGRAMA DE ENGENHARIA REVERSA DE UM PROGRAMA DE “TROCA” COM OS ETS OCORRERAM NA DÉCADA DE 1970, QUE RESULTOU NA AQUISIÇÃO DE NOVE UFOS DE MODO QUE SUAS TECNOLOGIAS PODERIAM SER PESQUISADAS.
O QUE É !!
O noivo Base de Lake é esta base militar ultra-secreta localizada a 90 quilômetros ao norte de Las Vegas (que está em Nevada). É no número 51 da grelha de Teste de Nevada, por isso é chamado de Área 51 . Os Estados Unidos Air Flight Test Center Força controla a base. É mais conhecido por testar aeronaves exóticas e armas. A base foi criada em 1954 como um local para testar o segredo avião espião U-2 que foi usado para voar em missões sobre a União Soviética. Em seguida, ele começou a abrigar o SR-71, A-12 e D-21 drone.O F-117A foi testado ali, também. Na década de 1980, a base de aumento de tamanho, juntamente com a pista (que aumentou para os presentes 6 milhas).Então, misteriosas luzes começaram a aparecer, e guardas armados conhecidos como os caras cammo começou a patrulhar a fronteira. O governo fechou muitos pontos de vista de que a Área 51 base poderia ser visto. Em 1989, um “físico” chamado Bob Lazar afirmou que ele trabalhou em uma base do sul Área 51 e também afirmou que a Área 51 estava testando aeronave extremamente avançada e OVNIs começaram por negociar com os estrangeiros. Desde então, a área 51 foi pensado para ser o centro de testes de OVNIs capturados por causa das luzes no céu à noite.
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Seres extraterrestres da raça Zeta Reticuli
Vídeos com UFOs e Aliens gravados há décadas
origem: internet
Cenas alegadamente liberadas de algum cofre ultra-secreto surgiram na rede e, desta vez, merecem investigação mais aprofundada, pois até o
E você, o que acha? Acredita, ou não nestes misteriosos vídeos? A
Bons questionamentos!
Seres extraterrestres da raça Zeta Reticuli
Vídeos com UFOs e Aliens gravados há décadas
origem: internet
Cenas alegadamente liberadas de algum cofre ultra-secreto surgiram na rede e, desta vez, merecem investigação mais aprofundada, pois até o
momento não houve elucidação em termos mundiais. Trata-se de imagens que podem ter sido produzidas através de manuseamento de softwares por
pessoa treinada e, a partir de agora, inicia-se a pesquisa em busca da
autoria e possíveis esclarecimentos - ainda inexistentes.
Seria outra propaganda viral daquelas que estamos
habituados a desvendar cotidianamente ou peça relevante do quebra-cabeça
da Ufologia? A pessoa que subiu os fragmentos ao site de vídeos -
ivan0135, da Rússia - abriu seu canal no dia 13 de abril de 2011 e
Aparecem UFOs em vôo, um disco voador acidentado, mais o corpo de
postou somente dois conteúdos. O primeiro subido exatamente na mesma
data de abertura da conta, havia passado em branco até o dia 01 de maio,
quando ocorreu a segunda inclusão.
alienígena ao seu lado.
Já o posterior, cadastrado em 1º de maio, aparentemente pretendeu
representar um exemplar genuíno de uma raça alienígena chamada "Zeta
Reticuli". Os Reticuli seriam da espécie - ou variante, um pouco mais
alta - conhecida como Gray [cinza], com olhos grandes em forma de
amêndoa, cabeça desproporcional e corpo magro. Na classificação
brasileira de tipologia extraterrestre, trata-se de um ser do tipo Alfa.
Segundo alguns especialistas, os vídeos são fraudes digitais. Porém
muitos a consideram autêntica, tendo inclusive um site brasileiro, o
Ovni hoje.com, localizado o autor original e divulgado o segundo vídeo
russo, com a mesma qualidade, mas dessa vez apresentando insígnia
característica de películas da KGB, o serviço secreto da antiga União Soviética. Nos dois casos, segundo as legendas que aparecem nos filmes,
as fontes originais seriam deixadas no anonimato.
conclusão, deixo a cargo de cada um.
Bons questionamentos!
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VÍDEOS
ufos do passado
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ufos do passado
CAPTURA DE UM ET
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